Hoje vocês irão conhecer os verdadeiros rostos dos cinco integrantes da AMBEV, que fazem esse meio de comunicação dinâmico pra todos vocês. Pense num povo biiíto. E olha que é na foto, imagine pessoalmente. É lasca como diz Graciele.
Olá pessoal, o nosso blog opinião certeira é um grande sucesso em visitas e consultas, só no mês de novembro até agora foram 39 visitas de amigos por espontânea pressão e 139 consultas, são dados do próprio spaceblog.
Também parabenizo os nossos companheiros equipesobmedida.blogspot.com, elasca.zip.net e tem também o blog dos nossos amigos "apalavraenossa" Jandilson, que não sei por qual motivo ainda não está em funcionamento. Agradecer aos comentários recebidos até agora da Graciele, Mayra, Jaqueline, Renan, Júlia (não sei quem é, tenho certeza que é um nome falso) e aos integrantes do opiniaocerteira.spaceblog.com Sávio, Jonas, Edgard e Ronaldo.
Só sei que as notícias estão bobando e fervendo nos três blogs que estão na ativa. Tem de tudo, informação de utilidade pública, de inutilidade também, fofocas quentes, histórias de vida, piadas, reclamações, protestos, enfim de tudo um pouco e eu acho até demais. Espero que depois que Jaqueline de a nota e dependendo da mesma, continuemos com esse meio de comunicação não só dos alunos de Jornalismo da UESPI de Picos, mas de inumeras outras pessoas.
Um abraço a todos.
Júlio César Bertoso
Líder -provisório da equipe AMBEV
PS> Vou passar meu cargo definitivamente para o Jonas,
Muito engraçado, estamos praticamente no fim do ano de 2007, e especialmente nós do curso de jornalismo da UESPI de Picos estamos quase para nos formar e os professores pensam que não temos mais nada a fazer e passam uma carrada de trabalhos, pensando que a gente só estuda. Ficamos desorientados sem saber por onde começar, só acumulando trabalho do emprego e também da universidade. Isso é de arrebentar. E tem mais, uns professores que pensam que estamos no jardim da infância pelo nível de alguns trabalhos que passam, queria que alguém do MEC assistisse aula por apenas meia hora, que com certeza haveria uma auditoria ou a CPI das “Aulas Fajutas”.
Falei meia hora, porque tem aula que não passa disso e a gente sai sem saber o que foi fazer na universidade. Na verdade o que importa não é a quantidade de horas, mas a qualidade, e é isso que esta nos faltando, qualidade. Um professor pode dar aula em 30 minutos e os alunos saírem preparados, como também podemos ficar duas horas numa sala e a aula ser tão chata que podemos até dormir. Esse problema não é só na UESPI em Picos, nem só no curso de jornalismo, mas é preciso urgentemente haver uma mudança.
Durante um debate na disciplina Jornalismo Comunitário e Pequenos Meios, ministrada pela professora e coordenadora do curso de Comunicação Social da UESPI de Picos (PI), Jaqueline Torres, foi levantada uma questão sobre a identidade da TV Pública no Brasil. O material que foi lido por alguns alunos informou que a TV Pública do Brasil não mostrou a que veio ainda, deixando a desejar na programação e no seu verdadeiro papel que é educar.
Como telespectador discordo e discordo também como futuro jornalista, acho que a TV Pública no Brasil ainda não foi descoberta pelo brasileiro, mas ela está aí, mostrando uma programação de qualidade, com alto nível, bons documentários, programas para todos as classes e níveis, do popular ao erudito.
Lógico que não são todos que possuem esses quesitos, mas a maioria sim. Posso citar a TVE, que possui programas excelentes como “Sem Censura”, “Roda Viva”, “Observatório da Imprensa”, a TV Escola que é mais direcionada para a classe docente e discente, o canal Futura que é um dos mais lembrados pelos telespectadores, temos também a Cultura, que retransmite em Picos o canal TV Picos, temos ainda novos canais como a TV Senado e a TV Câmara, que apesar de serem lembradas como os canais dos políticos, possuem uma programação diversificada com educação, entretenimento, cultura, só que mais erudita do que popular e ainda temos o canal da Rádio Brás que transmite todos as realizações do governo federal.
Alguns desses canais deveriam fazer mudanças nas suas programações, principalmente no que diz respeito a faixa etária do público em determinado horário, pois o que podemos observar é que canais exibem em boa parte de seu horário apenas desenhos animados, como se fosse uma forma de dizer que ele realmente é um canal educativo. A educação também parte da orientação, mostrar os fatos verdadeiros e não maquiá-los.
Não concordo também com a idéia de que meios de comunicação públicos não devem ter lucro, através de comerciais ou inserções publicitárias, mas pode ter apoio cultural. Igualmente aos meios privados, os públicos têm seus gastos, funcionários, despesas com equipamentos. Do que ainda mudar o nome para apoio cultural se o destino final é o mesmo.
As Tvs Públicas do Brasil estão de parabéns e espero que os telespectadores possam ter uma visão mais crítica e inteligente sobre esses meios de comunicação. Só assim teremos uma TV de qualidade, que muitos dizem lutar para existir, mas poucos agem.
* Júlio César Bertoso de Lima é acadêmico de Comunicação Social da UESPI, campus de Picos, trabalha como repórter no Jornal de Picos e é secretário da Academia de Letras da Região de Picos.
Não existe, de forma explícita ou consolidada, uma ética do jornalismo, enquanto atividade que envolva patrões e empregados, pelo menos não uma que seja universalmente reconhecida, aceita e acatada, pois a ética deve ser igual a todos. Os jornalistas, após muitos anos de discussão, conseguiram formular um código explícito e formal de ética que, além da circunstância da sua apagada validade, contém falhas . O código de ética dos jornalistas, portanto, absolve os empresários de comunicação que, em última análise, são exatamente os autores e proprietários do produto final, isto é, da matéria jornalística.
O jornalista não está autorizado a fazer nada que o cidadão não esteja autorizado a fazer. O jornalista não está acima do cidadão. Pode-se dizer, no entanto, que há especificidades. Por exemplo: o jornalista pode reservar o sigilo da fonte e o cidadão comum não. São diferenças muito sutis. A ética não é como a lei que diferencia o lícito do ilícito. A ética cada vez mais se ocupa das decisões individuais entre o que é certo e aquilo que também é certo; qual a melhor escolha a fazer.
A cada dia o direito à informação fala mais alto. Não podemos entender como um quadro congelado, porque trata-se de um processo que se desenvolve no tempo. Hoje, portanto, o direito à informação é essencial. Claro, entretanto, que há interesses partidários e interferência dos anunciantes nos conteúdos editoriais. Este é o maior desafio que a ética da profissão enfrenta agora. Como manter a independência editorial dentro dos grandes conglomerados. É um problema complexo, mas é preciso encontrar formas que preservem o direito à informação. Antes, bastava ser independente dos anunciantes e dos governos. Hoje, é preciso saber ser independente da própria empresa que é proprietária daquele veículo de informação. É importante no debate ético saber quem está contribuindo para melhorar. A ética lida com a tentativa de tornarem melhores as práticas. E tudo aquilo que contribui para isso é bem vindo.A ética não é do médico ou do jornalista, ela é global. Você não enfrenta os problemas da sociedade isoladamente como jornalista, você enfrenta-os como um todo. É uma linha que te conduz ao longo da vida.
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