Em meio a tantas duplas sertanejas de sucesso, com o seu sertanejo
universitário que caiu no gosto do Brasil, um som tem se destacado
em Campo Grande, é o som dos artistas e bandas alternativos,
aqueles que fogem do padrão do que é comercial para as grandes
massas no cenário musical da atualidade.
Seja o pop, o rock, a MPB, o samba-pagode, e aquele sertanejo de
raiz conhecido por poucos, Campo Grande tem muito do que se
orgulhar por ter esses artistas que fazem um som diferenciado e
acima de tudo com extrema qualidade.
Não sei como os artistas de campo Grande vêem essa situação, mas eu
como sou de fora, fiquei admirado da maneira como eles têm em certo
ponto seu trabalho reconhecido e também a inserção dos artistas
locais nos grandes eventos da cidade e do Estado. Eu escuto uma
rádio que só executa músicas nacionais e que dá grande espaço para
a música regional, especificamente esse som do qual estou falando.
O Governo também percebe a força e o sacrifício desses artistas e
os incentivam com a participação nos projetos como MS Canta Brasil
, Rock no Horto, Noite da Seresta, entre outros.
Poderia aqui citar vários, muitos dos quais ouço freqüentemente e
gostei bastante, Dom Brás e seu samba escrachado, bandas com nomes
bem originais Facas Voadoras, Jennifer Magnética, Olho de Gato,
Bêbados Habilidosos, Bando do Velho Jack, Muchileiros, Grupo Acaba,
Geraldo Espíndola, Karina Marques, Morgana Zhen, Filho dos Livres,
entre outros. Tudo isso faz parte da cultura local e não pode
passar despercebido pelo povo de Mato Grosso do Sul.













Alagamentos e deslizamentos. De quem é a culpa?
o Funk Cultural da Gaiola das Cabeçudas
E Bilu resolveu dar as caras - O extraterrestre brasileiro
Que Panda marrento
Comentários